O Tal do Feedback - 27/06/2006  
 
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17/04/2007 - Leia, Visite e Divulgue

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03/04/2007 - As Coisas Simples Que Não Fazemos

09/01/2007 - Disciplinamento do Transporte Rodoviário de Cargas

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18/11/2005 - Tecnologia da Informação

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15/08/2003 - Logística e Internet

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20/05/2003 - Software é Serviço Agregado

07/03/2003 - Analisar e Processar

18/02/2003 - Peopleware

31/01/2003 - Um Novo Olhar Sobre a Redução de Custos

O Tal do Feedback


O feedback é uma poderosa ferramenta para o autoconhecimento e aprimoramento no relacionamento pessoal e profissional. Ele é composto de duas vias: dar e receber feedback.
Apesar de ser simples na teoria, a prática é mais complexa: eu não conheço nenhum ser humano que goste de receber críticas e eu me incluo nesta categoria.
Nas empresas, é comum o feedback ser simplesmente uma bronca.
Quem dá muito feedback, sem receber nenhum, é taxado de arrogante, o dono da verdade. Solicitar e não dar feedback gera desconfiança: porque ele quer saber o que eu penso, se ele não fala nunca o que pensa?
Certamente a melhor posição é dar e receber feedback e estabelecer relacionamentos baseados em franqueza e confiança. Novamente a teoria é simples e a prática penosa, e como trilhar esse caminho é o segredo das pedras.
Não tenho estas respostas, não sou mais que um aprendiz empenhado, mas vou repartir um texto que acredito que contribua muito, que é a definição da crítica. Normalmente achamos que construtiva é a critica que fazemos e pejorativa a que recebemos. Gostaria de dividir com vocês um texto que achei excelente e pertinente ao assunto, e que segue abaixo:

Críticas
Todos dizem que as críticas devem ser construtivas, mas poucos dizem como identificá-las. O que é uma crítica construtiva?
Crítica construtiva é aquela com as seguintes características:
· Despida de inveja, egoísmo, inconseqüência e / ou interesses escusos;
· Feita de modo educado, gentil, amável e respeitando a dignidade da pessoa criticada;
· Feita de modo a agregar valor a alguém, isto é, indicando alguma falha que pode ser corrigida e, de preferência, com sugestões sobre como seria possível melhorar;
Outra forma indevida de crítica, é aquela que procura moldar a pessoa exatamente às nossas predileções. Às vezes uma pessoa tende a tratar a outra como uma espécie de fantoche ou ser teleguiado. Cada pessoa tem seu jeito, suas particularidades, que devem ser respeitadas. Até porque, como já disse o poeta, “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”. Eventuais mudanças podem até ser propostas por terceiros, mas devem pressupor a vontade e concordância do sujeito.
Ao tratar de críticas, devemos saber que as palavras e os gestos possuem uma enorme capacidade de magoar e machucar as pessoas. E as feridas na alma, no respeito e na consideração são muito mais dolorosas, e de cura muito mais difícil do que as feridas na carne. Portanto devemos ser muito prudentes e comedidos ao criticarmos alguém.
O texto acima é de autor desconhecido. Ele me lembra o que um colaborador da Signa sempre comenta: “quem bate esquece rápido, quem apanha nunca esquece”.
Na minha opinião o feedback é complexo, requer disciplina, autoconhecimento e uma busca incessante de sermos melhores como pessoas, para podermos nos relacionar melhor com os outros. Como diria um professor meu “Quem acha isto simples ou subestima ou não entende o problema”.
O autor deste texto adoraria receber o seu feedback construtivo.

Nuno Valério da S. Figueiredo
Signa
Diretor Comercial
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