Precisa de uma solução para gerenciar sua logística?


sistema de transporte (tms) é e-cargo

Mudanças no modelo devem facilitar negócios

Mudanças no modelo devem facilitar negócios

Por Roberto Rockmann/ Valor Econômico

Ao longo dos próximos meses, com maior intensidade em 2016, o governo federal pretende licitar R$ 198,4 bilhões em portos, aeroportos, rodovias e ferrovias, o que poderá reduzir os custos logísticos do país no médio e longo prazo.

A tarefa não é fácil: em rodovias, a União pretende licitar, até 2016, cerca de sete mil quilômetros de trechos que somarão mais de R$ 50 bilhões em investimentos ao longo do período das concessões. Para comparação: entre 1995 e 2014, foram concedidos cerca de dez mil quilômetros de vias pela União.

Para aumentar o apetite do mercado, os trechos terão em média cerca de 400 quilômetros de extensão, metade do dos seis lotes transferidos à iniciativa privada em 2013. A exigência de duplicar os principais trechos rodoviários em cinco anos, como estipulado na licitação passada, também será flexibilizada caso a caso. A taxa de retorno dos empreendimentos foi aumentada de 7,2% para 9,2%, o que deve significar pedágios elevados. "Muitas empresas estão olhando os projetos que serão licitados, mas ainda faltam detalhes sobre os editais e sobre a questão do financiamento", aponta o presidente da Associação Paulista dos Empresários de Obras Públicas (Apeop), Luciano Amadio.

Parte ambiciosa do projeto está no setor ferroviário. Preveem para o modal, sendo que R$ 40 bilhões se referem à ferrovia bioceânica, um projeto do governo chinês, interessado em uma rota alternativa ao Canal do Panamá. A obra, que no lado brasileiro teria cerca de 3,5 mil quilômetros em trilhos, envolveria a interligação do Brasil com o Peru, com financiamento chinês. O projeto foi anunciado na visita do governo chinês ao Brasil em junho e deverá ter uma parte dos estudos entregue em maio de 2016.

Desde 2012, o governo tenta licitar novos trechos ferroviários, mas até agora a ideia não saiu do papel, por divergências com o setor privado. Para destravar os gargalos, houve mudanças no modelo. "O governo retomou o modelo de integração vertical, no qual a concessionária é responsável tanto pela infraestrutura quanto pela operação do material rodante, mantendo o que é atualmente praticado no setor. A intenção, contudo, é reforçar e incentivar os mecanismos de compartilhamento de infraestrutura, como o direito de passagem e tráfego mútuo, já existentes na regulação", comenta a advogada Rosane Menezes Lohbauer, do Madrona Advogados.

Para o coordenador do Núcleo de Logística, Supply Chain e Infraestrutura da Fundação Dom Cabral (FDC), Paulo Resende, a intenção do governo de conceder trechos ferroviários como a Norte Sul e a ampliação de um corredor do Sudeste até o Centro.

O modelo ainda será costurado. Poderá ser cobrada a outorga da concessão ou feito um compartilhamento de receitas entre União e concessionária. "São projetos diferentes em regiões diferentes, uns que envolvem conclusão de trechos, outros abrangem a construção desde o início, então a modelagem será feita caso a caso", diz o ministro do Planejamento, Nelson Barbosa.

http://www.valor.com.br/empresas/4150134/mudancas-no-modelo-devem-facilitar-negocios



Signa Consultoria e Sistemas

Avenida Paulista,352 cj. 85

1310

11 3016-9877

photo Signa - Consultoria e Sistemas de Gestão de Transporte (TMS)
Work:
Avenida Paulista,352 cj. 85
São Paulo,SP   1310
Work:11 3016-9877
Recepção Online
Pressione Enter para enviar a mensagem. finalizar