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Caminhões têm queda de vendas em todas as categorias



Por Ediane Tiago/ Valor Econômico
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Moan: "Transporte de longa distância é o que mais perde investimentos"

O baixo índice de confiança na economia afetou o segmento de caminhões. De acordo com a Associação Nacional de
 
Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), as vendas caíram 42% no primeiro semestre de 2015, em
 
comparação com o mesmo período do ano passado. "Consumidores e investidores colocaram o pé no freio. A
 
demanda incerta por fretes adiou os planos de expansão e de renovação das frotas", comenta Luiz Moan,
 
presidente da Anfavea.
 
A queda é sentida em todas as categorias de caminhões, mas acentua­se na linha de veículos pesados (­ 61,4%).
 
Em 2014, foram licenciados 137.059 caminhões, sendo 47.428 na categoria dos pesados. Até junho, o total de
 
unidades vendidas chegou a 36.630 ­ com 9.090 caminhões pesados licenciados. "Fica claro que o transporte de
 
longa distância é o que mais perde investimentos", diz Moan. O movimento fraco no primeiro semestre deve
 
comprometer o resultado geral de 2015. "A queda nas vendas de caminhões deve ficar na casa dos 40%", afirma
 
Moan.
 
Nos últimos anos, o governo federal apostou em programas de estímulos ­ baseados em taxas de juros atrativas ­
 
para renovar a frota brasileira de caminhões e trazer mais segurança para o transporte de carga. A renovação da
 
frota também é importante para melhorar os índices de sustentabilidade do transporte rodoviário. "Caminhões
 
novos consomem menos combustível e trazem tecnologia embarcada que permite ampliar a produtividade",
 
comenta Moan.
 
De acordo com ele, a idade média da frota brasileira é de 15 anos. Nas grandes transportadoras, está em 6 anos. "A
 
disparidade mostra que ainda é preciso estimular a troca, principalmente em empresas de menor porte", acredita.
 
Para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a queda nas vendas é justificada pelo
 
fato de o segmento de transporte acompanhar o comportamento do Produto Interno Bruto (PIB).
 
Na instituição, a procura por crédito para compra de caminhões também caiu. No primeiro semestre de 2014,
 
foram desembolsados R$ 12 bilhões para aquisição de caminhões. No mesmo período deste ano, o total ficou em
 
R$ 3,5 bilhões. Entre as razões, o BNDES aponta a forte antecipação de compras no final de 2014, em função da
 
expectativa de alterações nas condições do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), o que acabou se
 
confirmando em 2015.
 
Segundo informações do banco, entre 2013 e 2014, os desembolsos para aquisição de caminhões somaram R$ 52,7
 
bilhões, distribuídos em 8,3 mil operações de crédito.
 
O programa Procaminhoneiro (voltado para profissionais autônomos) consumiu no período R$ 1,15 bilhão em
 
recursos. As taxas de juros seguem as regras do PSI. Em 2014 foram de 6% ao ano, com 100% de financiamento do
 
BNDES e prazo total para pagamento de até 120 meses.
 
Com as alterações, as condições vigentes são de 10% de juros ao ano para grandes empresas, com 50% de
 
participação do BNDES no contrato de financiamento e prazo de até 72 meses. Para companhias de pequeno e
 
médio porte, o banco financia até 70% do bem, com taxa de 9,5% ao ano e prazo de 72 meses. Já os caminhoneiros
 
autônomos podem contar com taxa de 9% ao ano, financiamento de 70% do caminhão e prazo de 96 meses para
 
pagamento.

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