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JSL Reestrutura suas operações e passa a ter cinco subsidiárias

Publicado em 14/12/2017 por Valor Online

Fernando, presidente: "Movimentos para criar flexibilidade para o desenvolvimento e melhora da rentabilidade dos negócios" Há cerca de três anos, o empresário Fernando Simões, presidente da JSL, percebeu que o crescimento de quase dois dígitos ao ano no volume de negócios tinha também seu lado ruim. Enquanto garantia expansão mesmo em época de crise econômica, fundamental para uma empresa de capital aberto, trazia o risco de engessar a JSL, reduzindo a agilidade que justamente mantinha a companhia em crescimento. A saída foi começar a desenhar um novo grupo. O processo foi concluído este mês e passa a vigorar, oficialmente, a partir de janeiro. O conglomerado, com 24 mil funcionários e receita líquida que vai passar dos R$ 7 bilhões este ano, separou as principais áreas de negócios em cinco empresas (ver gráfico abaixo). Três delas são subsidiárias integrais: JSL Concessionária de Veículos; JSL, de serviços dedicados de logística; e Vamos. A CS Brasil terá participação de 9% da família Borgato. A quinta empresa é a Movida, que já tem 34,4% do capital na B3. Cada uma delas terá um presidente, que se reportará ao conselho da JSL, presidido por Simões. A maioria dos executivos à frente das subsidiárias são funcionários do grupo. Até então essas atividades estavam sob a JSL, sem a visibilidade que o controlador almejava para cada área. O foco principal com a mudança é ter redução de custos, retorno conhecido e claro e metas para os negócios. "O que estamos fazendo são movimentos para criar flexibilidade para o desenvolvimento e melhora da rentabilidade dos negócios", disse Simões, em entrevista ao Valor. A nova estrutura foi toda desenhada dentro de casa e será divulgada amanhã ao mercado. "Há negócios que podem crescer mais rapidamente, outros que têm menos demanda e vão crescer menos. Há negócios que dão mais retorno e que, separados, têm um foco claro. Hoje, essas unidades têm um tamanho de empresa totalmente independentes", disse o presidente. A antiga estrutura construída ao longo de 60 anos não comportaria um novo ciclo de desenvolvimento. "A nova estrutura simplifica o dia a dia e dá foco a cada negócio", define Denys Ferrez, diretor executivo administrativo e financeiro e de relações com investidores. Criada em 1956 em Mogi das Cruzes (SP) com apenas um caminhão dirigido pelo fundador, Júlio Simões, pai do atual presidente, a empresa cresce em ritmo chinês. De 2010 até hoje o faturamento aumentou 90% assentado no binômio diversificação de serviços e de segmentos. Com a carteira altamente pulverizada, a JSL não está ancorada em um único cliente - o maior deles, de mineração, responde por 8% da receita - ou em poucos setores. Questionado, Simões afirma que a reestruturação não teve como objetivo tornar a JSL uma "companhia de portfólio" para facilitar uma eventual venda parcial ou total de seus ativos. "Não está no radar", disse, mas não fechou a porta. "Não temos nenhuma necessidade de capital novo. Agora, conversa é o que a gente mais faz." A compra da Borgato, grupo que atua na locação e comercialização de caminhões, máquinas e equipamentos agrícolas, é resultado de uma dessas conversas, iniciada há anos. A transação ocorreu neste ano e depende agora apenas da aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). "O grande negócio é você fazer todo o movimento para que não precise fazer nada, mas que esteja aberto para fazer tudo", resumiu Simões, 50 anos. De acordo com ele, ao dar mais transparência aos tipos de serviços e operações, a empresa tem mais facilidade para acessar recursos com fontes além das instituições bancárias tradicionais e a custos mais baixos. O desafio é fazer essa transição sem perder a ternura jamais. "Vamos fazer isso ser perder a cultura e valores do que tem sinergia", disse. Apesar de em sua trajetória ter adquirido várias empresas, somente 10% do faturamento da JSL advém de aquisições. A estratégia é crescer organicamente, sobretudo agregando serviços aos clientes atuais, numa espécie de verticalização da cadeia logística. Simões diz que tem um índice de renovação de contratos de 85% a 90%. E o objetivo é sempre agregar mais serviços em cada renovação. Outra fonte de crescimento será com a operação de serviços de concessões, como de transportes. A JSL estuda projetos de concessões que exijam pouco investimento. Em 2015 a empresa disputou a concessão para explorar a Ponte Rio-Niterói, arrematada pela Ecorodovias. Simões não adiantou quais ativos estão sendo avaliados. "Estamos olhando tudo", disse, como geralmente fazem os executivos.



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